terça-feira, 14 de maio de 2013

CONHECER A SI PRÓPRIO: PASSO INDISPENSÁVEL PARA A ESTRUTURAÇÃO DA CARREIRA PROFISSIONAL


Como em postagens anteriores, gosto de iniciar a matéria fazendo um elo entre elas.
Hoje, parto do parágrafo que considero extremamente provocador:
“Muitas vezes, a insatisfação com a profissão, advém realmente de uma escolha sem a devida  consciência sobre si mesmos: não sabem quem são, de onde vêm e, principalmente, para onde desejam ir.”


Em termos de Carreira Profissional, podemos acrescentar à última questão do parágrafo anterior, a seguinte: 
Qual é meu maior objetivo profissional(Para onde desejo ir)?


  
Talvez vocês não saibam, mas nem todas as pessoas têm a mesma mobilização para a questão profissional. Há os que trabalham porque amam  aquilo que fazem e desde cedo sabiam o que queriam; há os que  trabalham visando um resultado concreto, material, sucesso ou reconhecimento; há os que trabalham apenas porque precisam ou porque ainda não descobriram sua real vocação; há os que têm diversos talentos e que podem fazer várias coisas com relativa facilidade, e há aqueles que não querem nem saber de trabalhar (Blinder, 2002).


A qual desses grupos você pertence?




Conhecer quem é você é uma condição para ser feliz e para integrar corpo, alma, coração e mente, tanto no trabalho, como em todas as outras dimensões da vida.



segunda-feira, 6 de maio de 2013

VOCAÇÃO E INFORMAÇÃO PROFISSIONAL: INGREDIENTES INDISPENSÁVEIS PARA UMA CARREIRA PROFISSIONAL DE SUCESSO


Cada vez mais encontramos profissionais insatisfeitos com a profissão que escolheram. Culpam tudo e todos em seu “entorno”, mas raramente conseguem voltar sua percepção para o “seu interno”.

Muitas vezes, a insatisfação com a profissão, advém realmente de uma escolha sem a devida  consciência sobre si mesmos: não sabem quem são, de onde vêm e, principalmente, para onde desejam ir.

A esta inconsciência, somam-se a falta de informação profissional e a orientação vocacional adequadas, na época em que lhes foi imposta pela família e/ou pela sociedade, escolherem um caminho de formação para o exercício profissional.

Não é fácil o acesso democrático e de qualidade quanto às informações sobre as profissões existentes, sobre a realidade do mercado de trabalho das mesmas e, sobretudo quanto à diversidade dos desdobramentos que cada profissão pode ter dentro dele. Embora haja o amparo legal, também não costuma ser transparente os perfis profissionais orientadores da formação profissional propiciadas nas diferentes instituições de ensino responsáveis por elas. 

Outro ponto a ser considerado é a dificuldade que indivíduos com múltiplos talentos sentem mais dificuldade para fazer opção do que aqueles que têm um talento definido e claras habilidades afins.

No entanto, pior é quando somos levados a escolher um caminho somente porque ele trará “teoricamente” uma maior recompensa material. Ao contrário do que se pensa, esse é um tremendo engano, pois qualquer recompensa de real valor só virá como resultado de um desempenho profissional alimentado com desejo, vontade, estímulo, satisfação e, por consequência, comprometimento social e competência. Esta será uma Carreira Profissional certamente de sucesso.


 Quem discordar atire a primeira pedra!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SESSÕES DE COACHING EDUCATION PATROCINADAS PELO CREF1: COMO ESTÃO INDO?



Na última postagem neste blog, falamos sobre a dimensão qualitativa do tempo na carreira profissional e, de como ela deve estar em sintonia com nossa vocação, para obtermos uma saudável e predominante sensação de satisfação e de coerência com nossa missão existencial.
A abordagem da matéria tem gerado comentários e reavaliações por muitos colegas profissionais, tanto   no plano pessoal, como quanto aos níveis de satisfação e descontentamento que percebem ter, quase constantemente, em alguns cargos e funções que desempenham no âmbito da(s) área(s) do mercado de trabalho onde atuam. Por isso, continuaremos a investir no tema VOCAÇÃO nas próximas postagens.
No entanto, nesta matéria, consideramos próprio comentar sobre as Sessões de Coaching Education que o CREF 1 está patrocinando mensalmente, de forma alternada, em suas diferentes sedes. As questões levantadas nestes encontros, muito tem sinalizado para a atualidade e dimensão da problemática quanto a ausência de uma estruturação inicial orientada para a carreira profissional, e, muitas vezes, do necessário redirecionamento da mesma em face do descontentamento dos profissionais com a(s) especialidade(s) que desenvolvem, ou ainda pela queda de status e resultados da(s) mesma(s) no mercado de trabalho. O encontro pelo profissional de um equilíbrio mínimo entre seu investimento pessoal e material em sua carreira profissional e o sucesso que percebe na mesma, terá certamente como consequência, uma natural e crescente qualidade dos serviços prestados à sociedade pelo mesmo.
É acreditando neste duplo foco de atendimento, tanto aos profissionais registrados, como a sociedade a qual eles atendem, que o CREF1, dentre outras tantas e compromissadas iniciativas que vem desenvolvendo, também está divulgando as possibilidades dos Serviços de Coaching através das Sessões de Coaching Education.
No dia 09/03/2013 aconteceu a primeira sessão na sede Tijuca com mais de trinta profissionais inscritos. No último dia 20/04/2013, foi a sede Campo Grande que inscreveu sessenta e três profissionais no encontro, que transcorreu das 09:00 às 16:00 horas em clima de atenção e entusiasmo.




As próximas sessões estão programadas para o dia 18/05/2013, das 09:00 às 16:00 horas, na sede Campos de Goytacazes.
Após Campos de Goytacazes, o rodízio se dará, como foi inicialmente previsto, conforme a procura e inscrições em cada uma destas sedes. Portanto, os profissionais interessados devem buscar o contato com a sede desejada e fazer sua inscrição para uma próxima turma.
No caso do Espírito Santo, está sendo aguardada a conclusão das obras na sede local, que permitirão o acolhimento adequado dos profissionais capixabas interessados.
Os encontros de Coaching Education, têm mantido o foco na Estruturação e Desenvolvimento da Carreira Profissional, abordando numa perspectiva teórica os fundamentos básicos do Coaching, com ênfase em questões tais como:
  • Demandas Comuns de Coaching de Carreira; Problemas que Param uma Carreira; Coaching para Executivos e Empreendedores; Coaching para Primeiro Emprego, para Mudança de Carreira e/ou Foco de Atuação e também com vistas a preparação para a Aposentadoria.
  • No plano prático tem propiciado experiências vivenciais de estratégias e ferramentas de coaching, como por exemplo, a Avaliação do Perfil Comportamental e de seus reflexos nos pontos fortes e nos pontos de necessária melhoria para um desempenho profissional de sucesso na(s) área(s) do mercado de trabalho onde atua o profissional.



Outro exemplo é o emprego de instrumento para análise e, consequente avaliação de como o profissional distribui seu tempo disponível entre suas atividades importantes, urgentes e circunstanciais, tanto no plano pessoal, quanto no profissional – Teoria da Tríade do Tempo.
Colegas profissionais que participaram das sessões já realizadas nas sedes Tijuca e Campo Grande manifestem-se sobre o que escutaram e, principalmente sobre o que experienciaram nestes encontros.
Colegas que ainda não puderam participar procurem suas inscrições na sede do CREF 1 que desejarem, visando às próximas Sessões de Coaching Education a serem programadas, conforme o grau de interesse manifestado pelos profissionais registrados e em dia com suas obrigações estatutárias.





Aguardamos seus comentários e participação!


quinta-feira, 25 de abril de 2013

A DIMENSÃO QUALITATIVA DO TEMPO NA CARREIRA PROFISSIONAL: ATENDA SUA VOCAÇÃO





Na última matéria publicada neste blog, falamos da importância de considerarmos a dimensão qualitativa do tempo ao tomarmos decisões quanto a distribuição deste bem cada vez mais, aparentemente, tão escasso em nossas vidas, escrevendo “...muitas vezes nossa vida profissional não se torna satisfatória, nos fazendo experimentar a sensação de ausência de sentido e de contradição com nossos valores e até com nossa orientação ética”. E por que temos esta sensação?

Entre outras possibilidades, acredito que seja próprio destacar a vocação para o(s) trabalho(s) que realizamos, como um dos principais fatores que, quando não devidamente considerada e atendida, mais cedo ou infelizmente, geralmente mais tarde, faz seus reclamos através de uma constante sensação de insatisfação pessoal e ausência do nível e estilo de sucesso almejado na carreira profissional.

Mas, o que é vocação? Por que é tão importante que seja considerada? Segundo Josephine Baker, uma das grandes cantoras de todos os tempos, da música norte-americana, “o que chamamos de vocação é o que a gente faz com alegria, como se tivesse fogo no coração e o diabo no corpo”(Hillman, 1997).

Numa perspectiva etimológica, o termo “vocação” tem origem no latim vocare – a união de vox(voz) e core(coração) – e significa evocar a voz do coração. Nos dicionários de língua portuguesa, vocação é uma palavra associada tanto a chamamento, dom, escolha, predestinação, talento, aptidão, pendor, disposição ou terreno em que uma atividade se desenvolve de maneira admirável.

Vocação é muito diferente de profissão, porque é uma expressão natural da alma. Por isso, devemos procurar em uma profissão, ou dentro dela, atividades que nos possibilitem vivenciar na esfera de nossa carreira, e na plenitude de nossas competências, todos os talentos naturais  que recebemos como presentes da Criação. Tudo que fizermos de positivo com esses dons naturais em nosso exercício profissional, é um presente que damos de retorno ao Criador. Isto é, trabalharmos com alma!





E você colega, atendeu a sua vocação quando escolheu sua profissão ? Ou como Profissional está atuando em atividades condizentes com seus talentos naturais, ou seja, com sua vocação? 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O tempo em nossa vida pessoal e carreira profissional: somos senhores ou escravos dele?





Em nossa última matéria, falamos sobre a tríade do tempo e seu Impacto dentro do Desempenho e da Carreira Profissional.
 Posteriormente, nas sessões de Coaching Education desenvolvidas na sede Tijuca do CREF 1, com a participação de vários profissionais de Educação Física, houve a oportunidade desses colegas avaliarem em instrumento próprio, como estão distribuindo o tempo que dispõem em sua vida pessoal e profissional, com a consequente análise por cada um, de que percentual deste tempo dedicam, muitas vezes inconscientemente, a atividades importantes, urgentes e circunstanciais.

Mas o que é exatamente o tempo e como é gerenciado no âmbito pessoal e profissional de nossas vidas?

 Para Isaac Newton, “o tempo absoluto, verdadeiro e matemático passa-se sem nenhuma relação com um objeto externo”. Albert Einstein contradizia isso, afirmando ser o tempo uma “ilusão mantida persistentemente, e, postulava, em sua famosa teoria da relatividade, que o tempo não passa de forma absoluta, mas relativamente à velocidade”.

Encontramos ainda em inúmeros seminários sobre gerenciamento do tempo, uma infinidade de percepções diferentes ao ser perguntado o que é o tempo aos presentes. As respostas recebidas nunca possibilitaram aos responsáveis por estes eventos, obterem um consenso acerca de uma definição de “tempo” que pudesse ser considerada universalmente válida.

Nossa vivência de tempo e nosso lidar – em grande parte inconscientemente – com ele é visível também em nossa linguagem, como quando comentamos, por exemplo: “Perdemos tempo em engarrafamentos” e “Precisamos poupar novamente o tempo perdido em”... (outra atividade já prevista e que, muitas vezes, poderia ser classificada na categoria de importante).

Costumamos também acreditar que pessoas que nos impedem de trabalhar ou fazer algo que consideramos importante estão roubando nosso tempo. Aborrece-nos  ainda o fato de pessoas que matam ou desperdiçam o tempo, da perspectiva de nossa ótica.  Todos estes modos de falar, ou avaliarmos o uso do tempo por nós ou outras pessoas, sugere-nos que podemos manusear o tempo como qualquer outro objeto.

No entanto, com uma análise mais amadurecida e abordagem linguística mais própria, devemos rejeitar termos como perder, poupar, roubar e o matar ou desperdiçar. É próprio que os substituamos pelo verbo ADMINISTRAR.

O tempo está aí. Toda pessoa tem todo o tempo que existe neste plano tridimensional em que vivemos: 24 horas por dia. Nenhum ser humano tem mais ou menos tempo. Nada mais no mundo é repartido com tanta justiça como o tempo. A diferença consiste em como nós o modelamos, como o utilizamos e vivemos dentro dele, ou como deixamos que o façam por nós.

Portanto, podemos dispor do nosso AGIR, não, porém, do tempo. Podemos decidir como queremos passar o tempo, o que queremos fazer, planejando diariamente nossa agenda pessoal e de trabalho, com metas realistas e até incluindo aquele percentual provável de eventuais atrasos de conduções, colóquios não programados, pneus furados e outras “imprevisibilidades”.

Embora a indiscutível utilidade do planejamento diário do tempo, ele nos permite apenas controlar melhor a dimensão quantitativa da questão, como a multiplicidade de tarefas e até um percentual razoável de imprevistos.

No entanto, na dimensão qualitativa do tempo, muitas vezes em nossa vida privada e atividade profissional não se torna satisfatória, nos fazendo experimentar a sensação de ausência de sentido e, muitas vezes, de contradição com nossos valores e até com nossa orientação ética.

Nessa última dimensão, os problemas relacionados à questão: Como distribuímos o tempo? 
Tornam-se menores, diante daqueles que emergem da questão: O que faço do meu tempo?

Hoje em dia, cada vez mais e erroneamente, desenvolvemos inadequadamente a crença que os outros, o mundo, dispõem de nós determinando mais de que nós próprios, a distribuição do tempo em nossa vida e, consequentemente, nossa felicidade e sucesso. Goethe formulou essa realidade de maneira mais adequada ao afirmar: “...cada um é o artífice de sua felicidade” e, humildemente, podemos acrescentar que esta felicidade, no âmbito de nossa vida pessoal e profissional, é consequência da utilização qualitativa que fazemos do tempo que dispomos e conscientemente distribuímos com planejamento e disciplina entre as atividades importantes, urgentes e circunstanciais.

Portanto, considerada a atualidade e importância deste tema, propomos que venham saber mais sobre as estratégias e técnicas de gerenciamento do tempo e de outras possibilidades que os serviços de Professional and Self Coaching, em divulgação pelo CREF1, podem oportunizar para a consecução de suas metas pessoais de satisfação e de sucesso na carreira profissional. Perfil comportamental, tipos de personalidades e suas afinidades com áreas de desempenho profissional; tríade do tempo e sua gestão consciente; crenças, valores e sucesso profissional, entre outros são pontos trabalhados com técnicas que nos permitem o reconhecimento dos entraves em nosso caminho atual e de como superá-los para uma mudança comportamental que nos propicie a felicidade e o sucesso profissional que desejamos para nossas vidas.




E você, como está administrando seu tempo? Responda a enquete ao lado e participe!


PRÓXIMO ENCONTRO DE COACHING EDUCATION SERÁ NO DIA 20/04/2013 NA SEDE CAMPO GRANDE, DAS 9h ÀS 13h.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O IMPACTO DA TRÍADE DO TEMPO DENTRO DO DESEMPENHO E CARREIRA PROFISSIONAL

 A Tríade do Tempo é um modelo atualizado de classificação que mostra gráfica e percentualmente, a forma como nós utilizamos nossas horas.
 Dentro do processo de Coaching, é uma das ferramentas comumente empregadas para análise e avaliação de como distribuímos qualitativamente o nosso tempo.
O tempo dentro desta ótica é composto por três tipos de atividades: as importantes, as urgentes e as circunstanciais.
Sob a classificação de importantes estão todas as atividades que executamos e são relevantes em nossas vidas. Todas aquelas que trazem resultados concretos a curto, médio e longo prazo.
Reparemos que todas as atividades e tarefas importantes, na maioria das vezes, têm prazo de execução e nunca são urgentes.
Em contrário, sob a classificação de urgentes, encontramos atividades e tarefas para as quais desde sua apresentação, o tempo já era insuficiente ou já estava esgotado. São as decididas e ou recebidas em cima da hora, sem a devida previsão, geralmente causando pressão e estresse(relatório inesperados, esquecimentos, reuniões emergenciais, são alguns dos exemplos delas).
Encontramos ainda, tomando o tempo disponível, atividades e tarefas classificadas como  circunstanciais, ou seja, desnecessárias ou excessivas, quando considerado o tempo real que dispomos. Com elas, são geralmente gastas inúteis horas, por comodidade ou por serem “socialmente” aprovadas, estando por vezes na moda. É o tempo gasto sem resultado nenhum, quando subtraído daquele disponível para gerar melhor qualidade de vida ou para o nosso preparo e desempenho profissional (o uso exagerado da internet, reuniões sem propósito, emails que vinculam apenas brincadeiras ou tratam de “nada”, horas incontáveis perdidas diante da TV ou com conversas fúteis, são bons exemplos disto).
Um ponto importante e diferente, quando considerada a concepção desta Tríade do Tempo em relação a outros conceitos sobre o assunto, é o fato de que cada uma destas três concepções(importante, urgente e circunstancial), não se misturam. Logo, não existe nada que seja importante e urgente ao mesmo tempo. Quando separamos o importante do urgente em nossa vida e no dia-a-dia de nossa carreira profissional, fica muito mais fácil entender e resolver os problemas e a forma como utilizamos nosso tempo.
E você colega, considerada a classificação da Tríade do Tempo, como distribui ou permite que seu tempo seja distribuído?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

CREF1 estimula serviços de Coaching para o desenvolvimento da carreira profissional de seus afiliados

Em nossa última matéria neste blog sob o título “As Expectativas Profissionais para 2013”, comentamos entre outros pontos, sobre as responsabilidades que temos em tomarmos em nossas mãos as rédeas da estruturação, do desenvolvimento e, também consequentemente, do sucesso ou do fracasso de nossas carreiras profissionais.

Atitudes como “exceder ao solicitado, transcender a mesmice, comprometer-se com a excelência”, foram alguns dos indicadores apresentados para obtenção dos resultados de sucesso desejado nos espaços de exercício profissional.

Mas, no mesmo texto, também comentamos que não são poucas as vezes que não conseguimos implementar as atitudes supracitadas em função dos nossos valores e crenças, muitas das quais construídas e mantidas a partir de um quadro inconsciente quanto as nossas limitações pessoais, conflitos, desajustes, insatisfações, perdas e até sofrimentos.

Sem identificarmos estas variáveis, diagnosticando suas causas, bem como avaliando em que grau influenciam nossa percepção e posição existencial, temos poucas chances de empreendermos modificações em nossos desempenhos, tanto no âmbito de nossa vida pessoal, quanto dentro de nossas carreiras profissionais.

Como em outros quadros patológicos, sem termos claro o(s) agente(s) implementador(es) do processo de uma doença, por exemplo, seja qual for, como poderemos indicar adequadamente os procedimentos para o tratamento?

É por isso, que ao iniciarmos uma intervenção profissional com base no Coaching, são empregados instrumentos e dinâmicas que propiciem aos participantes reconhecerem e aceitarem os aspectos luminosos e sombrios de suas  personalidades(qualidades positivas e negativas), que lhes facilitam ou dificultam, respectivamente, a manifestarem  produtivamente todas as  potencialidades que possuem.

Em seguida, são utilizadas outras ferramentas e técnicas visando propiciar aos Coachees(participantes do processo de Coaching) recursos para enfrentarem e vencerem suas resistências e receios, com empenho e segurança, ultrapassando os obstáculos do orgulho, do egoísmo, da arrogância, da prepotência, da covardia, do receio do fracasso, por exemplo, para enfim desatarem os nós das suas personalidades e liberarem os seres criativos e realizadores que existem em cada um.

Os desafios serão vencidos e obstáculos que pareciam intransponíveis serão superados, incentivando profundas mudanças. As vitórias conquistadas resultam da descoberta do potencial humano e profissional que poderá ser aplicado na transformação da consciência pessoal, na ampliação da autoconfiança e no consequente e certo sucesso da carreira profissional de cada um.

É acreditando nas possibilidades de contribuição para estes resultados que o processo de Coaching pode proporcionar aos profissionais de Educação Física que desejarem “dar um gás” em suas carreiras profissionais que o CREF1 está divulgando o assunto e incentivando o aprofundamento de seus registrados no conhecimento desta metodologia de desenvolvimento pessoal e profissional, através de sessões de Coaching Education que vai patrocinar para seus afiliados, em dia com suas obrigações estatutárias.

As sessões terão início nas sedes Tijuca no dia 09/03/2013 e Campo Grande, no dia 20/04/2013. As vagas para ambas as sedes são limitadas devido à natureza e dinâmica peculiares ao processo de Coaching.

Condições e orientações gerais para inscrição, previsão de novos grupos, inclusive em outras sedes e, conforme a procura, em locais próximos a postos de atendimento, estarão sendo divulgados pelo Departamento de Comunicação do CREF 1 a partir deste mês de fevereiro.

Saiba um pouco mais sobre Coaching nos vídeos disponibilizados neste blog, bem como esta metodologia eficaz pode auxiliar na reestruturação e resultados de sua carreira lendo na próxima edição do Jornal do CREF 1 o artigo: “Dê um Gás na sua Carreira”.

Invista em seu desenvolvimento pessoal e sucesso profissional. Venha conhecer vivencialmente o Coaching. Inscreva-se nas Sessões de Coaching Education e prepare-se para alavancar sua carreira profissional.